segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

7° Carta à igreja em Laodiceia

"Ao anjo da igreja em Laodiceia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente!"            Apocalipse 3.14-22             
 v.15 Jesus identificou falta de fervor espiritual na igreja –Jesus identificou que um crente morno é pior do que um incrédulo frio –
v. 17Jesus identificou que a autoconfiança da igreja era absolutamente falsa –
Jesus revelou que um crente morno em vez de ser o seu prazer, lhe provoca náuseas e vomito – v. 16. Você só vomita, o que ingeriu. Só joga fora o que está dentro. A igreja de Laodicéia era de Cristo, mas em vez de dar alegria a Cristo estava provocando náuseas.

O APELO QUE CRISTO FAZ À IGREJA

1. v. 18 Cristo se apresenta à igreja como um mercador espiritual –

A preciosa mercadoria que Cristo oferece – O ouro que Cristo tem é o Reino do céu. A roupa que Cristo oferece são as vestes da justiça e da santidade. O colírio que Cristo tem abre os olhos para o discernimento.

2. v.19 Cristo chama a igreja a uma mudança de vida –

Desgosto e amor andam juntos. Cristo não desiste da igreja. Apesar da sua condição, ele a ama. Antes de revelar o seu juízo (vomitar da sua boca) ele demonstra a sua misericórdia (repreendo e disciplino aqueles que amo).

3. v.20 Cristo convida a igreja para a ceia, uma profunda comunhão com ele –

Foram feitos muitos alertas à igreja do Senhor deste mundo pós-moderno através da igreja arruinada de Laodicéia, o convite hoje é para a igreja da atualidade, para mim e para você: compre ouro refinado no fogo do Senhor, para te tornares verdadeiramente rico das riquezas eternas, compre vestes brancas e sejas cingido da justiça e busque a santificação, por fim, compre do colírio do Todo Poderoso para que seja possível ver o mundo espiritual e suas manifestações. Abra de todo seu coração a porta, afinal, a maçaneta está do lado de dentro. Abrace com todas as forças a oportunidade conferida a você. Porque o tempo aceitável para a salvação é agora e o dia é hoje (2 Coríntios 6:2). Possa o Senhor ajudar a cada um de nós a ouvir o que o Espírito diz às igrejas. 

Pra* Silvia Marques IIGD VILA UNIAO


6° carta Igreja Filadélfia - Uma porta aberta que ninguém pode fechar -

A carta à igreja de Filadélfia começa com uma saudação da parte de Cristo. A saudação foi destinada “ao anjo da igreja”, que era o líder e representante local daquela comunidade cristã (cf. Apocalipse 1:20).   
Em seguida, Cristo se identificou como “o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha e ninguém abrirá” (Apoc 3:7).                                                      

  Elogio à igreja de Filadélfia   Após informar que as questões da salvação são deliberadas por Aquele que é inteiramente santo e verdadeiro, a carta à igreja de Filadélfia mostra que Cristo está pessoalmente atento ao seu povo. Por isso, na carta, Ele próprio disse: “Conheço as tuas obras — eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar — que tens pouca força, entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome” (Apocalipse 3:8). A igreja de Filadélfia era pequena em número e tinha pouca força, mas suas obras eram conhecidas pelo Senhor. Deus havia colocado diante daquela igreja uma “porta aberta”. A cidade de Filadélfia ficava às margens de uma importante rota comercial que ligava o Ocidente e o Oriente.  Então a igreja de Filadélfia não desperdiçou essa maravilhosa porta aberta, e como uma verdadeira igreja missionária, pregou Evangelho com firmeza e fidelidade. a igreja de Filadélfia não negou o nome de Cristo e guardou a sua palavra.                                                                                                                                                                          A perseguição à igreja de Filadélfia   A carta à igreja de Filadélfia tinha como pano de fundo o ambiente adverso que os crentes daquela cidade tinham de enfrentar.     Os membros da assembleia judaica em Filadélfia se orgulhavam de ser o povo eleito de Deus, mas na carta o Senhor disse que, na verdade, eles eram mentirosos e que aquela assembleia era uma sinagoga de Satanás, pois servia como instrumento nas mãos do inimigo para destruir a obra do Senhor. Jesus Cristo ainda disse que haveria de fazer com que os opositores reconhecessem que aquela igreja era mesmo o objeto do seu amor divino. Diante desse cenário, Cristo também garantiu que assim como a igreja de Filadélfia tinha guardado a palavra de sua perseverança, Ele também guardaria aquela igreja da hora da provação que haveria de vir sobre o mundo (Apocalipse 3:10).Na oração sacerdotal de Jesus pedindo que o Pai não retirasse seus seguidores do mundo, mas que os livrasse do mal (João 17:15). Então a declaração: “eu te guardarei da hora da provação” não implica na ideia de “retirada da provação”, mas de “preservação na provação”. Cristo não estava dizendo que haveria de livrar os crentes de passar pela provação, mas que Ele haveria de livrá-los através da provação.

  Exortação à igreja de Filadélfia À luz de toda essa verdade sobre a preservação divina, Cristo informou aos crentes de Filadélfia que Ele não demoraria a voltar, e deixou a importante exortação: “Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (Apoc 3:11).  O mesmo Senhor que disse: “eu te guardarei”, também recomendou: “conserve o que tens”.  Jesus Cristo diz que aqueles crentes já possuíam a coroa de um vencedor; ou seja, a exortação não dizia para eles conquistarem a coroa, mas para simplesmente cuidarem apropriadamente da coroa que eles já eram possuidores. A instrução era para que os crentes de Filadélfia continuassem sendo fieis, e para tanto, eles podiam contar com o cuidado pessoal do Senhor que haveria de mantê-los firmes sejam quais fosse as circunstâncias (1Corínt1:8). 

  Promessa à igreja de Filadélfia A carta à igreja de Filadélfia termina trazendo a promessa de recompensas gloriosas aos vencedores. Em primeiro lugar, Cristo prometeu fazer do vencedor “coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá” (Apocalipse 3:12). A promessa de que os crentes fieis de Filadélfia receberiam um novo nome, realmente era muito significativa. uma indicação de que eles pertenciam a Deus, à Nova Jerusalém, e a Cristo.           

 Pra* Silvia Marques

5° carta Igreja Sardes - Você tem fama de estar vivo, mas está morto

IIGD VILA UNIÃO Não deixe sua fé morrer!

A carta que o Jesus ressurreto ditou a João para ser entregue à igreja de Sardes é a única que não contém nenhum elogio. Sua desaprovação é quase total. Em poucas palavras ele expõe sua falência espiritual: “Você tem fama de estar vivo, mas está morto”. A igreja em Sardes tinha adquirido fama. Ela ficou conhecida pelas outras seis igrejas da província por sua vitalidade. Nenhuma falsa doutrina florescia entre seus membros. Não ouvimos falar de nicolaítas, nem de Balaão ou Jezabel.

No entanto, as aparências são notoriamente enganosas e aquela congregação de alto nível social era um cemitério espiritual. Ela tinha fama de ser vivaz, mas não fazia jus a essa fama. Quando os olhos de Cristo observaram por debaixo das aparências, ele disse: “Não achei suas obras perfeitas aos olhos do meu Deus” (3.2). Sardes havia adquirido uma reputação diante dos homens, mas não diante de Deus. Essa distinção entre reputação e realidade, entre aquilo que os seres humanos veem e aquilo que Deus vê, é de grande importância. “O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração” (1Sm 16.7).

A preocupação excessiva em manter as aparências e uma boa reputação leva naturalmente à hipocrisia,     que Jesus odiava. Originalmente,  A hipocrisia pode contaminar a vida da igreja, especialmente na adoração. Não faz diferença se o culto é litúrgico ou não-litúrgico, se é caracterizado pelo ritual católico ou pela austeridade protestante; a mesma irrealidade pode estar presente. A hipocrisia é fingimento, e uma igreja viva e verdadeira é caracterizada pela sinceridade.

Muito pouco havia para ser elogiado. Viviam de aparência, do passado. Eram vivos mortos.
- SETE ESPÍRITOS DE DEUS : As sete características do Espírito Santo segundo Isaías 11.2: “Repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR”. O número sete simboliza perfeição com sentido de totalidade, mostrando que o Espírito Santo é totalmente perfeito, completo
- SETE ESTRELAS : simbolizam os sete pastores das Sete igrejas nas mãos de Jesus (Apoc 1.20).
- NOME DE QUE VIVES E ESTÁS MORTO (: viviam de aparências. Um falso avivamento.
- VIREI COMO LADRÃO: de forma inesperada (Mateus 24.43).
- NÃO CONTAMINARAM SUAS VESTES : não se sujaram com o pecado (Apoc 7.14).
- ANDARÃO DE BRANCO  e VESTIDURAS BRANCAS  vida de santidade.
- LIVRO DA VIDA : onde estão registrados os nomes dos salvos    (Apoc 13.7 e 22.19).

Sardes representa igrejas e cristãos que que envelheceram na sua fé e deixaram morrer seu vigor com o tempo (Efésios 5.27). Se acomodaram até mesmo com sua prosperidade.

Uma Igreja morta, sem vida e sem alegria, não faz diferença na sociedade e não incomoda o inimigo. Vive de aparências repetindo rituais religiosos e tradições humanas.
Não deixe sua fé morrer!
A Igreja precisa se renovar a cada dia para não deixar morrer o seu amor. Do mesmo modo cada cristão precisa nutrir sua vida espiritual para não ficar morto espiritualmente.

Busque renovo espiritual!

Pra* Silvia Marques 

4° carta Igreja – Tiatira Você tolera Jezabel

 Tiatira: uma igreja que tolera Jezabel (Ap 2:18-29)
 Nas páginas iniciais de Apocalipse, nosso Senhor se apresenta como o santo guerreiro celestial  que prepara o seu povo para conquistar os seus inimigos  ao exortá-los a ouvirem o que o Espírito tem a dizer nas cartas que ele escreve a sete igrejas. Notavelmente, embora ele escreva cada carta a uma igreja particular, Cristo insiste que cada uma delas seja ouvida por todos  tornando cada uma delas, efetivamente, uma “carta aberta” para todos os crentes lerem. O que, então, Cristo deseja que aprendamos de sua carta à igreja de Tiatira? Para entender essa lição, nós precisamos examinar alguns aspectos chave da carta que Cristo escreveu aos cristãos de lá.                                                  
Tiatira era uma rica cidade da Ásia Menor famosa pelo seu comércio(como Lídia, At 16:14). Lá existia uma igreja cristã cujas obras, amor, fé, serviço e perseverança eram conhecidas e aprovadas pelo Senhor Jesus (Ap 2:19). Era exemplar em tudo, exceto na oposição e no combate às falsas doutrinas que ameaçavam corromper o Evangelho e desvirtuar a vida cristã. Tolerava a Jezabel.

E quem era a falsa profetiza chamada de Jezabel? A Jezabel do Antigo Testamento era a rainha pagã de Israel, esposa do rei Acabe, acusada de prostituição e feitiçaria (2Rs 9:22). Certamente por isso o nome da rainha foi aplicado como um apelido à falsa profetiza de Ap 2:20. De fato não sabemos quem é essa mulher de Ap 2:20. Mas deveria ser alguém importante ou ligada a alguém importante da igreja; pois além de ensinar na igreja (uma atividade geralmente restrita aos homens), ninguém mexia com ela. Era, portanto, alguém com “prestígio” para influenciar, seduzir e corromper os crentes incautos. É possível que fosse até a esposa do “anjo” da Igreja, ou seja, do líder, do pastor da igreja de Tiatira.

O que essa falsa profetiza ensinava livremente na Igreja? A idolatria. Que era lícito servir a Deus e aos ídolos, ou seja, a “prostituição” denunciada em Ap 2:20. Segundo o Novo Comentário da Bíblia, da Edição Vida Nova, o povo de Tiatira para poder ter acesso ao mercado (trabalhar e viver do comércio) tinha de se associar a grêmios comerciais (uma espécie de sindicatos) geralmente protegidos por um deus padroeiro, prática comum no mundo pagão nos tempos antigos. Além de tratar de negócios, esses grêmios faziam festividades em homenagens aos ídolos padroeiros e a devassidão estava presente.

Os crentes da igreja de Tiatira, para sobreviverem, também agiam assim. E acabavam por fazer uma separação irreal entre o mundo dos negócios e a fé em Deus como se fossem coisas sem relação uma com a outra. Literalmente eles serviam a dois senhores (Mt 6:24). Esses crentes eram tradicionais no rito, no culto e com as coisas da Igreja. Mas fora da Igreja eram pessoas com outros valores: não se importavam de dar uma “ajoelhadinha” em altares estranhos para terem o sucesso e o benefício pretendidos.

Os maiores inimigos do Evangelho, podemos afirmar, estão dentro da própria Igreja. Às vezes, infelizmente, ocupando cargos e funções de liderança. São os falsos mestres, os falsos profetas, os maus pastores, as falsas testemunhas, os que dão mau testemunho. Eles vivem um “evangelho” corrompido e confundem os pecadores com falsidades e mentiras.

A falsa profetiza Jezabel e a própria Tiatira, a igreja complacente, já haviam sido advertidas, mas não quiseram se arrepender (Ap 2:21). Por isso o Senhor prostrará (deixará cair!) Jezabel e os que com ela adulteraram (idolatraram), permitindo que sofram a perseguição e a tribulação. E os seus filhos (os que abraçaram a doutrina de Jezabel) sofrerão o juízo divino e serão condenados, não alcançando a salvação: “apartai-vos de mim, porque não vos conheço!” (Mt 7:23; Mt 25:41).

Mas os vencedores (os que permanecerem fiéis a Jesus) reinarão com Cristo (Ap 2:26-27) e terão irrestrito gozo de plena comunhão com Ele (Ap 2:28), a Estrela da Manhã (Ap 22:16).

Pra* Silvia Marques

3° carta Igreja Pérgamo- Cuidado com a doutrina de Balaão e dos nicolaítas


 IIGD VILA UNIÃO

A carta à igreja de Pérgamo            Cuidado com a doutrina de Balaão e dos nicolaítas. Traz em seu início uma saudação e uma autodesignação dJesus Cristo que diz: “Estas coisas diz aquele que tem a espada afiada de dois  gumes” (Apocalipse 2:12).

Como nas outras cartas direcionadas às igrejas do Apocalipse, essa autodesignação de Cristo tem a ver com o conteúdo geral da carta que em sua sequência mostra que Cristo fará guerra contra algumas pessoas que estavam pervertendo o verdadeiro Evangelho naquela comunidade (Apocalipse 2:16).Depois da autodesignação de Cristo, a carta à igreja de Pérgamo traz um elogio seguido de uma repreensão e uma promessa final aos vencedores.

A igreja de Pérgamo foi elogiada por Cristo por sua fidelidade mesmo diante de grande oposição e perseguição. A carta diz que a igreja de Pérgamo ficava bem no local onde estava o “trono de Satanás” (Apocalipse 2:13).                    Pérgamo tinha muitos templos pagãos. O monumento dedicado a Zeus era referência no mundo antigo.                    Em Números 25.1-3 e 31.16, Balaão aconselha o Rei Balaque a atrair os israelitas à idolatria, incitando-os com mulheres moabitas a participarem das festas sacrificiais pagãs. Jesus repreende essa igreja por tolerar em seu meio aqueles que recapitulavam a tolice de Balaão – os nicolaítas (ver também 2 Pedro 2.15).                                         O nome de Balaão significa “ele destrói o povo”;      Nicolau significa “ele conquista o povo”.      

Aparentemente, alguns cristãos confusos em Pérgamo pensavam que podiam participar das festas cultuais pagãs, as quais eram uma parte importante da vida social e econômica naqueles dias. A imoralidade sexual que também era tolerada em Pérgamo, se não defendida, pode ter sido metafórica, como quando o povo de Deus se lançava à idolatria (por exemplo, Jeremias 3.7-9)

 Cristo está liderando o seu povo pelo deserto e irá proteger o seu remanescente por todo o caminho com a espada de sua boca (Apocalipse 2.16). Portanto, aqueles que não fazem concessões aos ídolos e à imoralidade sexual receberão uma “pedrinha branca”, a qual certifica o fato de serem eles nova criação em Cristo e os admite na festa messiânica do reino (v. 17).

A promessa à igreja de Pérgamo                                   Por fim, a carta à igreja de Pérgamo termina com uma maravilhosa promessa.                        Cristo promete dar ao vencedor “do maná escondido”, bem como uma “pedrinha branca” com um novo nome escrito sobre ela, “o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe” (Ap. 2:17).                A Bíblia explica que o próprio Cristo é o maná que desceu do céu (João 6:31-35). Parece haver um contraste aqui. Aqueles crentes que rejeitassem os banquetes dos ídolos, poderiam se alimentar do próprio Senhor Jesus Cristo e viver para sempre (João 6:48-50). Sim, Cristo é o maná que alimenta sua Igreja.

Seja como for, a carta à igreja de Pérgamo mostra a importância da fidelidade ao Senhor, do compromisso com a doutrina e zelo pela pureza do Evangelho, e também as maravilhosas bênçãos da salvação que os crentes desfrutarão de forma ainda mais plena na eternidade.

Pra* Silvia Marques







Pérgamo era como a Brasília da Ásia. Era a sede do governo Romano na província e o centro da adoração imperial. Foi a primeira cidade a erigir um templo ao césar Augusto (assim como a Zeus e ao deus-serpente Esculápio). E, assim como certos setores da igreja hoje, as pessoas na igreja em Pérgamo haviam sucumbido à idolatria e estavam obcecadas por sexo (o que, com frequência, vem lado a lado).
Nem tudo ia mal, contudo. João prefacia a carta do Messias ressurreto e rei desse modo: “Estas coisas diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes” (Apocalipse 2.12), o que se refere às palavras verdadeiras de Cristo que condenam todos aqueles que negam a verdade. Há uma guerra pela verdade ocorrendo em Apocalipse a qual, com freqüência, é travada com palavras – o que não é de surpreender, uma vez que a Palavra lidera essa batalha.
Cristo elogia a igreja em Pérgamo por sua fidelidade – mesmo diante do aparentemente incomum incidente de violência física contra certo Antipas, acerca de quem nada mais se sabe. Ele recebe a aprovação definitiva: “minha fiel testemunha” (v. 13). O mesmo elogio é usado acerca do próprio Jesus no capítulo 1, versículo 5. Será que Antipas também morreu como mártir nas mãos dos imperialistas?
“Conheço o lugar em que habitas”, Cristo Jesus diz, “onde está o trono de Satanás” (v. 13). Quão apropriado é que o Senhor de todas as coisas tenha menosprezado a majestade imperial de Roma dessa maneira. O césar, que ousava aceitar do povo os brados que o aclamavam como soter (salvador), em gratidão por resgatar Roma das disputas internas e externas, era adorado nessa cidade. Mas há outro rei, isto é, Jesus, e somente ele é digno do tipo de louvor que era oferecido nos templos de Augusto, Trajano ou Adriano. Assim, o “trono de Satanás” se coloca em direta oposição ao trono celestial na grande batalha pelo senhorio deste mundo, a qual é descrita ao longo do Apocalipse.
Essa batalha continua hoje, embora seja um pouco mais sutil; ou será mesmo? Será que nossos monumentos presidenciais não passam dos limites? Será que as adulações de que enchemos os nossos líderes não ultrapassam esses mesmos limites? Será que a fé que colocamos neles como salvadores não está indo longe demais? Certamente, nós sabemos que Jesus é Senhor e que eles não são. De qualquer modo, graças a Deus porque, embora recusar-se a adorar césar no primeiro século provavelmente significasse a morte, recusar-se a adorar nossos líderes e seus complexos-de-messias, ao menos hoje, não significa. Nós temos relativa liberdade, mesmo se a usamos para nos obcecarmos com ídolos e sexo, contra o que a terceira carta de Cristo agora se volta.
Em Números 25.1-3 e 31.16, Balaão aconselha o Rei Balaque a atrair os israelitas à idolatria, incitando-os com mulheres moabitas a participarem das festas sacrificiais pagãs. Jesus repreende essa igreja por tolerar em seu meio aqueles que recapitulavam a tolice de Balaão – os nicolaítas (ver também 2 Pedro 2.15). O nome de Balaão significa “ele destrói o povo”; Nicolau significa “ele conquista o povo”. É um paralelo muito contundente.
Aparentemente, alguns cristãos confusos em Pérgamo pensavam que podiam participar das festas cultuais pagãs, as quais eram uma parte importante da vida social e econômica naqueles dias. A imoralidade sexual que também era tolerada em Pérgamo, se não defendida, pode ter sido metafórica, como quando o povo de Deus se lançava à idolatria (por exemplo, Jeremias 3.7-9). Mas, conhecendo o homem, provavelmente era também literal.
Em contraste com as festas idólatras, Jesus promete o maná, o alimento do futuro banquete de Deus. Assim como na alusão a Balaão e Balaque, o novo êxodo nunca está fora de perspectiva: Cristo está liderando o seu povo pelo deserto e irá proteger o seu remanescente por todo o caminho com a espada de sua boca (Apocalipse 2.16). Portanto, aqueles que não fazem concessões aos ídolos e à imoralidade sexual receberão uma “pedrinha branca”, a qual certifica o fato de serem eles nova criação em Cristo e os admite na festa messiânica do reino (v. 17).
Pra* Silvia Marques

2° carta igreja Esmirna Sê fiel até a morte !


Quão maravilhoso seria se a nossa igreja recebesse uma carta encorajadora de Jesus, especialmente se ela não tivesse nenhuma crítica! Jesus não tinha qualquer repreensão à igreja em Esmirna, mas revela sua profunda compaixão por um povo que é fiel ao Senhor e que sofre perseguição como consequência.
É difícil para muitos de nós imaginar o que de fato é sofrer pelo Senhor. Contudo, essa carta indica que todos os cristãos devem estar dispostos a sofrer por Cristo. O sofrimento pode assumir várias formas. Enquanto escrevia este artigo, eu recebi um e-mail descrevendo terrível perseguição a cristãos em Orissa, na índia. Ao longo dos séculos, quando as pessoas defenderam claramente a verdade de Jesus Cristo e se recusaram a fazer concessões a outras ideias religiosas, algum tipo de perseguição irrompeu.
No período do Novo Testamento, a perseguição geralmente vinha dos pagãos (Atos 19.26-41) ou das autoridades romanas (2Timóteo 4.16-18). Para Esmirna, ela também procedeu de alguns da comunidade judaica a qual, por isso, foi chamada de “sinagoga de Satanás” (Apocalipse 2.9; ver também 3.9). Essas duras palavras são semelhantes às palavras de Jesus em João 8.44: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, [o qual] jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade”. A rejeição de Jesus enquanto Messias e Senhor aponta para o fato de que tais pessoas seguem um falso senhor – Satanás. Satanás sempre está por trás da rejeição ao único e verdadeiro Senhor.
Aqui Jesus diz conhecer a “tribulação” e a “pobreza” daquela igreja em Esmirna (Apocalipse 2.9). A sua pobreza pode estar ligada à sua perseguição. Talvez eles tenham se recusado a participar das cerimônias religiosas das corporações de ofício da época e, assim, tenham sofrido economicamente. A palavra tribulação ou afliçãocarrega a ideia da perseguição aos cristãos nos últimos dias. Jesus usou a mesma palavra em Mateus 24.9 para se referir à perseguição e morte que os cristãos enfrentariam por sua causa. Em Esmirna, isso estava começando a acontecer, e o Senhor os prepara para o pior que estava por vir.
Todavia, desde o primeiro versículo o Senhor traz encorajamento. Ele escreve ser aquele “que esteve morto e tornou a viver” (Apocalipse 2.8). A decisiva verdade que eles precisam compreender é que, uma vez que Cristo morreu e ressuscitou, eles podem estar certos de que, se morrerem, também hão de ressuscitar dentre os mortos. É isso que significa Jesus dizer-lhes que eles não sofrerão a “segunda morte” (v. 11). A primeira morte pode estar nas mãos dos perseguidores, mas eles serão ressuscitados por Deus e nunca enfrentarão o juízo final, a segunda morte. Com efeito, eles receberão a “coroa da vida” (v. 10). Esmirna era famosa por seus jogos atléticos, então isso teria lembrado os cristãos da “coroa de louros” dada aos melhores cidadãos e atletas. Os seus perseguidores os consideravam os menores dos menores, mas, em breve, o Senhor proclamaria a vitória deles ao dar-lhes a vida eterna.
Mas há mais encorajamento. Jesus diz que eles são, de fato, “ricos” (v. 9). Isso porque, a despeito das aparências em contrário, eles têm os tesouros da graça e da salvação de Deus (Colossenses 2.3). Há também um encorajamento mais obscuro aqui. A perseguição será limitada a “dez dias” (Apocalipse 2.10). A imagem é extraída de Daniel 1. Daniel e seus amigos estavam buscando servir ao rei Nabucodonosor sem, contudo, fazer concessões ao mundo pagão. Eles se recusam a comer a carne servida pela corte. Eles estão estabelecem um período de “dez dias” durante os quais se testaria se eles sobreviveriam tão bem sem carne. Sob a proteção soberana de Deus, eles sobreviveram ao teste. Embora a perseguição em Esmirna provavelmente tenha durado mais de dez dias (algumas perseguições duraram anos), Daniel e seus amigos permanecem como um conforto a todos os cristãos que sofrem. Se, enquanto buscam viver sem negar ao Senhor, eles forem alvo de perseguição, eles hão de descobrir que o Senhor é soberano e impôs um limite de tempo. Com efeito, a própria perseguição passará a ser vista como uma “prova” do Senhor (Apocalipse 2.10), pois o seu povo permanecerá fiel e o Senhor os defenderá.
O fato de que muitos de nós não sofremos muito certamente indica que estamos fazendo concessões demais ao nosso mundo. Nós separamos o nosso mundo na parte espiritual e na parte secular. Cristo é Senhor do Domingo e de quando nós oramos, mas não do resto da semana. Isso leva às concessões que tantas vezes fazemos. Mas, quanto mais as pessoas integram sua fé a todas as áreas da vida, mais elas começam a enfrentar antagonismo. Estou convencido de que, se nós verdadeiramente vivêssemos como Cristo nos ordenou a viver, então os cristãos em todos os lugares experimentariam os ataques de Satanás.
Essa carta fala a todos nós e nos exorta a permanecermos fiéis, a não temermos “as coisas que [temos] de sofrer” e, se Deus nos chamar a isso, a sermos “[fiéis] até a morte” (v. 10). Que possamos compreender o custo envolvido e pedir ao Senhor que nos ajude a permanecer firmes por ele. Que a igreja de Esmirna e os cristãos de Orissa sejam exemplos que nos ajudem a romper com nossa complacência e nossas concessões, de modo que possamos buscar a coroa da vida em vez do conforto e da aceitação deste mundo.

Quão maravilhoso seria se a nossa igreja recebesse uma carta encorajadora de Jesus, especialmente se ela não tivesse nenhuma crítica! Jesus não tinha qualquer repreensão à igreja em Esmirna, mas revela sua profunda compaixão por um povo que é fiel ao Senhor e que sofre perseguição como consequência.

É difícil para muitos de nós imaginar o que de fato é sofrer pelo Senhor. Contudo, essa carta indica que todos os cristãos devem estar dispostos a sofrer por Cristo

Aqui Jesus diz conhecer a “tribulação” e a “pobreza” daquela igreja em Esmirna (Apocalipse 2.9). A sua pobreza pode estar ligada à sua perseguição. Talvez eles tenham se recusado a participar das cerimônias religiosas das corporações de ofício da época e, assim, tenham sofrido economicamente.

 A palavra tribulação ou aflição carrega a ideia da perseguição aos cristãos nos últimos dias. Jesus usou a mesma palavra em Mateus 24.9 para se referir à perseguição e morte que os cristãos enfrentariam por sua causa.

Em Esmirna, isso estava começando a acontecer, e o Senhor os prepara para que estava por vir.

Todavia, desde o primeiro versículo o Senhor traz encorajamento. Ele escreve ser aquele “que esteve morto e tornou a viver” (Apocalipse 2.8). A decisiva verdade que eles precisam compreender é que, uma vez que Cristo morreu e ressuscitou, eles podem estar certos de que, se morrerem, também hão de ressuscitar dentre os mortos. É isso que significa Jesus dizer-lhes que eles não sofrerão a “segunda morte” (v. 11). A primeira morte pode estar nas mãos dos perseguidores, mas eles serão ressuscitados por Deus e nunca enfrentarão o juízo final, a segunda morte. Com efeito, eles receberão a “coroa da vida” (v. 10). Esmirna era famosa por seus jogos atléticos, então isso teria lembrado os cristãos da “coroa de louros” dada aos melhores cidadãos e atletas. Os seus perseguidores os consideravam os menores dos menores, mas, em breve, o Senhor proclamaria a vitória deles ao dar-lhes a vida eterna.

Mas há mais encorajamento. Jesus diz que eles são, de fato, “ricos” (v. 9).

Isso porque, a despeito das aparências em contrário, eles têm os tesouros da graça e da salvação de Deus (Colossenses 2.3). A perseguição será limitada a “dez dias” (Apocalipse 2.10). A imagem é extraída de Daniel cap 1. Daniel e seus amigos estavam buscando servir ao rei Nabucodonosor sem, contudo, fazer concessões ao mundo pagão. Eles se recusam a comer a carne servida pela corte. Eles estabelecem um período de “dez dias” durante os quais se testaria se eles sobreviveriam tão bem sem carne. Sob a proteção soberana de Deus, eles sobreviveram ao teste. Embora a perseguição em Esmirna provavelmente tenha durado mais de dez dias (algumas perseguições duraram anos), Daniel e seus amigos permanecem como um conforto a todos os cristãos que sofrem. Se, enquanto buscam viver sem negar ao Senhor, eles forem alvo de perseguição, eles hão de descobrir que o Senhor é soberano e impôs um limite de tempo. Com efeito, a própria perseguição passará a ser vista como uma “prova” do Senhor (Apocalipse 2.10), pois o seu povo permanecerá fiel e o Senhor os defenderá.

Cristo é Senhor do Domingo e de quando nós oramos, mas não do resto da semana. Isso leva às concessões que tantas vezes fazemos. Mas, quanto mais as pessoas integram sua fé a todas as áreas da vida, mais elas começam a enfrentar oposições.

CONCLUSÃO

Essa carta fala a todos nós e nos exorta a permanecermos fiéis, a não temermos “as coisas que [temos] de sofrer” e, se Deus nos chamar a isso, a sermos “[fiéis] até a morte” (v. 10). Que possamos compreender o custo envolvido e pedir ao Senhor que nos ajude a permanecer firmes por ele. Que a igreja de Esmirna e os cristãos de Orissa sejam exemplos que nos ajudem a romper, de modo que possamos buscar a coroa da vida em vez do conforto e da aceitação deste mundo.


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

1° carta Igreja Éfeso O que significa abandonar o primeiro amor?


Éfeso era o lugar de situação da primeira congregação que Jesus abordou no Apocalipse e o Novo Testamento nos diz mais acerca da história dessa igreja do que acerca de qualquer das demais. Plantada por Paulo durante uma breve visita, essa congregação foi alimentada por Priscila e Áquila, cooperadores de Paulo, e depois pelo eloquente expositor Apolo (Atos 18.19-28). Em seguida, Paulo retornou a Éfeso para um extenso período de ministério (três anos), marcado pela vitória do evangelho e do Espírito de Cristo sobre os poderes demoníacos e os aguerridos interesses comerciais em torno do mundialmente famoso templo de Ártemis que havia na cidade (19.1-41). Depois, despedindo-se dos presbíteros efésios, Paulo os convocou a serem vigilantes em proteger as ovelhas de Deus dos “lobos vorazes” e falsos pastores (20.29-30). Escrevendo da prisão ainda mais tarde, Paulo convocou essa igreja à “unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus”, uma maturidade que os capacitaria a permanecer firmes contra a “artimanha dos homens” e a “astúcia com que induzem ao erro” (Efésios 4.13-14). O apóstolo insistiu para que a igreja exercesse o discernimento teológico: “Ninguém vos engane com palavras vãs” (5.6).
Agora, em sua revelação a João, o Senhor da igreja se identifica como aquele que “conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros de ouro” (Apocalipse 2.1), governando as suas igrejas e habitando nelas por meio do seu Espírito, à medida que elas mantêm acesa a luz do evangelho em um mundo espiritualmente anoitecido.
Ao andar por entre as suas igrejas, muito do que Jesus vê em Éfeso atrai a sua aprovação. A igreja guardou no coração as advertências de Paulo quanto aos predadores de fora e os enganadores de dentro; por isso, Jesus elogia a igreja por seu discernimento teológico em expor apóstolos fraudulentos (v. 2) e recusar-se a tolerar os nicolaítas, cujo comportamento o próprio Cristo odeia (v. 6). A perspectiva dos nicolaítas, sem dúvida, era bem conhecida das igrejas do primeiro século, mas nós hoje devemos ser cautelosos em descrever o seu erro. A partir da reprovação de Jesus à igreja em Pérgamo (a qual, diferente da igreja efésia, tolerava o seu ensino), nós inferimos que os nicolaítas, assim como Balaão muito tempo antes, seduziam o povo de Deus à prática da imoralidade sexual e aos banquetes idólatras (vv. 14-15).
A recusa dos efésios em tolerar as práticas nicolaítas pode estar relacionada a outra qualidade pela qual Cristo os elogia: por causa do nome de Jesus, eles suportaram o sofrimento, sendo marginalizados em uma cidade na qual a vida econômica era governada pelo crescente turismo religioso e pelo setor bancário, ambos associados ao Templo de Ártemis, assim como pela fama de Éfeso como um centro de artes ocultas (ver Atos 19.19-41). Recusar-se a participar das celebrações pagãs das corporações de ofício de Éfeso e de seu celebrado marco era arriscar-se à ruína financeira, mas esses cristãos estavam “[suportando] provas por causa do [seu] nome” (Apocalipse 2.3).
Contudo, Jesus também encontrou uma falha em sua congregação “valente pela verdade”: “abandonaste o teu primeiro amor” (v. 4). Alguns pensam que o “primeiro amor” do qual Éfeso havia caído era a sua devoção ao próprio Cristo. Todavia, diferentemente das problemáticas igrejas em Pérgamo, Tiatira, Sardes e Laodiceia, a igreja efésia não era culpada de flertar com os inimigos de Cristo nem de esfriar em seu zelo por seu Rei. Faz mais sentido concluir que o “teu primeiro amor”, que havia esmorecido, era o seu amor uns pelos outros. Paulo havia ensinado àquela igreja que a sua saúde enquanto corpos de Cristo dependia de “falar a verdade em amor” (Efésios 4.15). Mas parece que aquele importante qualificador – “em amor” – havia sido menosprezado em sua zelosa defesa da verdade. As suas palavras eram fiéis à Palavra, mas eles estavam falhando em “[voltar] à prática das primeiras obras” (Apocalipse 2.5).
Manter-se firmemente agarrado a ambos os pilares – verdade e amor – é um desafio constante para pecadores redimidos, que oscilam como pêndulos de um extremo a outro. Com muita frequência, igrejas e seus líderes ou permanecem firmes em favor da verdade bíblica de um modo vigoroso, mas sem amor, ou então preservam uma aparente unidade e amor, porém à custa da verdade. Certamente, quando a verdade do evangelho verdadeiramente alcança nosso coração, isso resulta em amor pelos outros; e, do mesmo modo, o amor que agrada a Jesus cresce apenas no solo fértil da fidelidade à verdade divina. A solene ameaça de Jesus de remover o candeeiro efésio – de apagar o testemunho de amor pela verdade daquela congregação em meio à sua comunidade pagã – nos mostra quão seriamente ele considera a sua ordem de unirmos a fidelidade doutrinária à Bíblia ao amor sacrificial pelos santos.
Contudo, a sua palavra final não é de ameaça, mas de promessa. Falando não apenas a uma igreja, mas a todas, ele faz uma promessa “ao vencedor”. Assim, “vencer” o maligno é combinar o compromisso com a verdade de Cristo a um ardente amor por sua família. A esses vencedores, o descendente da mulher, que foi ferido mas venceu, há de abrir o paraíso, dando do fruto da árvore da vida àqueles que falam a verdade em amor (2.7).